AS RASPADINHAS QUE ME DESCULPEM...
Não somente os pedófilos, mas particularmente a Gillette do Brasil limitada e similares
devem estar rindo de orelha à orelha por conta da moda "mulher-raspadinha." Tanta felicidade assim faz lembrar os igualmente risonhos fabricantes de machados e serras eletricas diante do desmatamento da floresta amazônica. Prá todo efeito, não podemos comparar simetricamente a destruição ambiental com a devastação da floresta vaginal. Tudo bem, mas existem considerações analíticas aproximadas. Por exemplo, as árvores ajudam a nos proteger dos danos causados pela exposição ao sol, os pêlos pubianos também são uma forma natural de proteção contra impurezas externas. Quando falamos em preservação ambiental, costumamos valorizar mais o que é escasso do que o que é abundante. Ao falarmos em mulher apenas valorizando as raspadinhas, o resultado é identico: Valorizamos a escassez em detrimento da fartura.
Além destas questões ecológicas, tem o aspecto lúdico, ou seja, uma "perereca" com sua Mata Atlantica preservada permite variações estéticas interessantes. As opções vão desde o popular estilo moicano até frases carinhosas e outros motivos visuais, tipo bandeira do Brasil, para as mais patrióticas, escudos de clubes de futebol, desenhos tribais, eróticos ou comemorativos.
Pense aí, minha amiga: No aniversario do maridão você compra o melhor vinho que sua grana pode pagar, prepara aquele jantar à luz-de-velas com fundinho musical a gosto , e quando ele achar que já viu tudo..., Tcham,tcham,tcham,tcham! - Você tira a calcinha e mostra os pentelhos em forma de coração. Melhor que isso só fazendo o escudo do clube que ele torce. Neste caso, posso até imaginar o grito vitorioso do cara: É gooooool!
Tá vendo como é bom preservar cada fiapinho dessa riqueza natural? Ah, sei, você não é tão juvenil quanto antes e manter a perereca com cara de bebê acalma o ânimo pedófilo do maridão? Pode ser, pode ser. Todavia, ha outro ponto à considerar: Vastos pentelhos ocultam a feiura de algumas bucetas menos agraciadas pela Mãe-Natureza, o desmatamento, ao contrario, revela. Racionalize isso antes de tornar-se uma mera mulher-raspadinha sobrando na multidão. No mais, repita comigo - au, au, au, preserve a Mata Atlantica vaginal!
terça-feira, 14 de abril de 2009
terça-feira, 7 de abril de 2009
segunda-feira, 23 de março de 2009
A BOAZUDA DO PLANALTO
O deputado Vivaldino da Silva, setenta anos, desde muito cedo revelou-se habilidoso na arte de fazer política. Adjetivos como ave de rapina, velha-raposa e outras alcunhas menos publicaveis davam conta desta fama.
Dono de uma "sabidoria" instintiva, trocava de partido ao sabor do vento e das oportunidades com uma naturalidade simplória.
Vivaldino igualava-se aos demais colegas em todas às atividades comuns ao dia-a-dia parlamentar - desvio de verbas públicas, aprovação de obras superfaturadas, sabotagem política, a mentira e o ócio. Só uma coisa todos tinham feito e ele não - comer Valsirlene Cristina, a auxiliar de gabinete mais boazuda do Planalto Central. Tamanha falta tornou-se questão de honra, afinal, uma carreira pública tão brilhante não podia ser manchada daquela forma, pensava o homenzinho cabeçudo de um metro e sessenta de altura e olhar de raposa sonça; por isso comprou bastante viagra e partiu para o ataque.
- Dona Valsirlene Cristina, Acompanhe-me até ao meu gabinete.
Não era preciso muito rodeio para convencer Valsirlene a tirar a roupa, pois ela lucrava mais dizendo sim que dizendo não. No caso de Vivaldino, porém, qualquer mulher pensaria duas vezes se o beneficio compensava enorme sacrificio, mesmo Valsirlene Cristina.
- Sabe o que é, deputado ? - hoje eu tô com uma dor de cabeça...?
- Que nada, dona Valsirlene, é coisa rápida; hen,hen!
- Hoje não, deputado, assim eu não consigo!
- Mas, minha filha, você não pode me deixar nesta condição; hen, hen!
Imaginar Vivaldino com a calça arriada implorando por seus favores sexuais não provocava em valsirlene tanta vontade de gargalhar quanto aquela risadinha fanhosa no final das frases - "hen,hen."
A situação ficou tão vexatoria que ele acabou deixando-a ir embora.
Na manhã seguinte, a velha-raposa chegou cedo no congresso e vendo os colegas cumprimenta-lo imitando sua risadinha fanhosa - "hen,hen" - percebeu envergonhado que além da bunda espetacular, pernas bem torneadas, boca sensual e sorriso cativante, Vasirlene Cristina também tinha uma lingua muito comprida. Hen, hen!
-
O deputado Vivaldino da Silva, setenta anos, desde muito cedo revelou-se habilidoso na arte de fazer política. Adjetivos como ave de rapina, velha-raposa e outras alcunhas menos publicaveis davam conta desta fama.
Dono de uma "sabidoria" instintiva, trocava de partido ao sabor do vento e das oportunidades com uma naturalidade simplória.
Vivaldino igualava-se aos demais colegas em todas às atividades comuns ao dia-a-dia parlamentar - desvio de verbas públicas, aprovação de obras superfaturadas, sabotagem política, a mentira e o ócio. Só uma coisa todos tinham feito e ele não - comer Valsirlene Cristina, a auxiliar de gabinete mais boazuda do Planalto Central. Tamanha falta tornou-se questão de honra, afinal, uma carreira pública tão brilhante não podia ser manchada daquela forma, pensava o homenzinho cabeçudo de um metro e sessenta de altura e olhar de raposa sonça; por isso comprou bastante viagra e partiu para o ataque.
- Dona Valsirlene Cristina, Acompanhe-me até ao meu gabinete.
Não era preciso muito rodeio para convencer Valsirlene a tirar a roupa, pois ela lucrava mais dizendo sim que dizendo não. No caso de Vivaldino, porém, qualquer mulher pensaria duas vezes se o beneficio compensava enorme sacrificio, mesmo Valsirlene Cristina.
- Sabe o que é, deputado ? - hoje eu tô com uma dor de cabeça...?
- Que nada, dona Valsirlene, é coisa rápida; hen,hen!
- Hoje não, deputado, assim eu não consigo!
- Mas, minha filha, você não pode me deixar nesta condição; hen, hen!
Imaginar Vivaldino com a calça arriada implorando por seus favores sexuais não provocava em valsirlene tanta vontade de gargalhar quanto aquela risadinha fanhosa no final das frases - "hen,hen."
A situação ficou tão vexatoria que ele acabou deixando-a ir embora.
Na manhã seguinte, a velha-raposa chegou cedo no congresso e vendo os colegas cumprimenta-lo imitando sua risadinha fanhosa - "hen,hen" - percebeu envergonhado que além da bunda espetacular, pernas bem torneadas, boca sensual e sorriso cativante, Vasirlene Cristina também tinha uma lingua muito comprida. Hen, hen!
-
quarta-feira, 18 de março de 2009
sexta-feira, 6 de março de 2009
TAMBÉM TÔ NESSA!
Louvados sejam os irmãos metralhas do show business local, que transformam cocô em disco de ouro, abobrinhas em musicas de sucesso e criaturas imprestáveis em astros da noite para o dia. Todavia, não são seus poderes subatômicos de mago que os tornam tão especiais, mas sim o notável senso democrático, pois para estes mestres da alquimia qualquer um pode tornar-se uma estrela, até mesmo eu; por isso arrisquei aventurar-me no mundo oba-oba da musica baiana com uma canção de minha autoria, que espero, contando com o apoio de vocês, vire o maior sucesso de todos os tempos da última semana do proximo carnaval. Ela atende pelo nome de Alegria com banana.
Ai,ai,ai,iô,iô
ai,ai,ai,iô,iô
acorda logo, meu amor.
Ai,ai,ai,iô,iô
ai,ai,ai,iô,iô
nós já chegou em Salvador.
Guarde a maconha na calcinha
que eu guardo a grana no sapato
aqui é tudo alegria
é serpentina,é um assalto.
Lá,lá,lá,lê,lê
lá,lá,lá,lê,lê
nós tem bananas prá você
lá,lá,lá,lê,lê
lá,lá,lá,lê,lê
também tem bunda prá dar e vender.
Pegue os ingressos na gaveta
que eu vou dançar até o bagaço
aqui é tudo fantasia
é maravilha,é um fiasco.
Louvados sejam os irmãos metralhas do show business local, que transformam cocô em disco de ouro, abobrinhas em musicas de sucesso e criaturas imprestáveis em astros da noite para o dia. Todavia, não são seus poderes subatômicos de mago que os tornam tão especiais, mas sim o notável senso democrático, pois para estes mestres da alquimia qualquer um pode tornar-se uma estrela, até mesmo eu; por isso arrisquei aventurar-me no mundo oba-oba da musica baiana com uma canção de minha autoria, que espero, contando com o apoio de vocês, vire o maior sucesso de todos os tempos da última semana do proximo carnaval. Ela atende pelo nome de Alegria com banana.
Ai,ai,ai,iô,iô
ai,ai,ai,iô,iô
acorda logo, meu amor.
Ai,ai,ai,iô,iô
ai,ai,ai,iô,iô
nós já chegou em Salvador.
Guarde a maconha na calcinha
que eu guardo a grana no sapato
aqui é tudo alegria
é serpentina,é um assalto.
Lá,lá,lá,lê,lê
lá,lá,lá,lê,lê
nós tem bananas prá você
lá,lá,lá,lê,lê
lá,lá,lá,lê,lê
também tem bunda prá dar e vender.
Pegue os ingressos na gaveta
que eu vou dançar até o bagaço
aqui é tudo fantasia
é maravilha,é um fiasco.
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
"PRÁ NÃO DIZER QUE NÃO FALEI DAS FLORES"
Na primeira das três únicas vezes que pulei carnaval, ao chegar na avenida e ver toda aquela gente cheirando tudo, bebendo todas e comendo todo mundo com tanta sofreguidão tive a impressão instantãnea de que todos estavam tentando agarrar a felicidade pelo rabo com unhas e dentes. mas apesar dessa constatação melancólica, o fato é que a quimica gerada por tão vigoroso ânimo somado a alguns cigarros de maconha, cheirinho-da-loló, cachaça curtida em toneis enferrujados misturados aos estonteantes aromas do mijo, do vomito e do desodorante vencido que exalavam da Praça Castro Alves provocavam em alguns foliôes delírios cômicos. Minha experiencia com o tal fenômeno começou na rua Carlos Gomes quando notei um homem caolho sem nenhum representante da arcada dentária superior todo animadinho, dizer: "Vou beijar muuuuuito!" Ou aquilo era delírio ou era pura fé na democracia carnavalesca.
Meia hora depois um cara travestido de nega-maluca fez-me, na opinião dele, um convite irresistivel: "Vamos sair por aí quebrando umas boca?"
Imaginem só, eu, magricela, medindo um metro e oitenta e três de altura, na companhia dum semi-anão medindo quase um metro e sessenta travestido de nega-maluca "quebrando umas boca."
Na mesma hora agradeci a gentileza e escapoli pelo Beco da maria paz. Foi lá que percebi o quanto a moçada levou a sério a campanha da camisinha. Flagrei, juro que flagrei uma garota colocando um preservativo na banana branquela dum gringo apenas para bater uma singela punhetinha.
Também presenciei atos de violencia tribal que prefiro não comentar, afinal, Bostam City é um blog humoristico e violencia não tem a menor graça; ademais, meu objetivo é lembrar aos foliões que quando forem brincar no carnaval não deixem de levar bastante camisinhas, evitem contatos com qualquer semi-anão travestido de nega-maluca e principalmente com o caolho beijoqueiro.
Na primeira das três únicas vezes que pulei carnaval, ao chegar na avenida e ver toda aquela gente cheirando tudo, bebendo todas e comendo todo mundo com tanta sofreguidão tive a impressão instantãnea de que todos estavam tentando agarrar a felicidade pelo rabo com unhas e dentes. mas apesar dessa constatação melancólica, o fato é que a quimica gerada por tão vigoroso ânimo somado a alguns cigarros de maconha, cheirinho-da-loló, cachaça curtida em toneis enferrujados misturados aos estonteantes aromas do mijo, do vomito e do desodorante vencido que exalavam da Praça Castro Alves provocavam em alguns foliôes delírios cômicos. Minha experiencia com o tal fenômeno começou na rua Carlos Gomes quando notei um homem caolho sem nenhum representante da arcada dentária superior todo animadinho, dizer: "Vou beijar muuuuuito!" Ou aquilo era delírio ou era pura fé na democracia carnavalesca.
Meia hora depois um cara travestido de nega-maluca fez-me, na opinião dele, um convite irresistivel: "Vamos sair por aí quebrando umas boca?"
Imaginem só, eu, magricela, medindo um metro e oitenta e três de altura, na companhia dum semi-anão medindo quase um metro e sessenta travestido de nega-maluca "quebrando umas boca."
Na mesma hora agradeci a gentileza e escapoli pelo Beco da maria paz. Foi lá que percebi o quanto a moçada levou a sério a campanha da camisinha. Flagrei, juro que flagrei uma garota colocando um preservativo na banana branquela dum gringo apenas para bater uma singela punhetinha.
Também presenciei atos de violencia tribal que prefiro não comentar, afinal, Bostam City é um blog humoristico e violencia não tem a menor graça; ademais, meu objetivo é lembrar aos foliões que quando forem brincar no carnaval não deixem de levar bastante camisinhas, evitem contatos com qualquer semi-anão travestido de nega-maluca e principalmente com o caolho beijoqueiro.
Assinar:
Postagens (Atom)



