bostamcity
Quinta-feira, 25 de Junho de 2009
Sexta-feira, 29 de Maio de 2009
Terça-feira, 5 de Maio de 2009
ANJO DEVASSO
Filomena tem trinta e três anos, casada a sete, mãe a quatro. Criatura risonha, não muito bonita, mas de um certo charme.
Ela pega cedo no batente - às cinco da manhã faz o café do maridão e depois de acompanha-lo à porta, despede-se e volta para cama; dorme mais duas horas e levanta de novo, dando prosseguimento aos demais afazeres domesticos. Às nove, tudo nos trinques, deixa a filhinha na sala brincando com a televisão ligada, tranca-se no quarto só de calcinha e sutiã, caminha em direção à webcam do computador e inicía uma atividade secreta paralela à rotina diária.
"ANJO DEVASSO ESTÁ ON LINE."
PICA LOUCA DISSE:
- Ôi, meu anjinho, por que não apareceu ontem?
ANJO DEVASSO DISSE:
- Ontem foi domingo, maridão tava em casa.
PICA LOUCA DISSE:
- Tô de pau duro. Mostra aí os peitão!
ANJO DEVASSO DISSE:
- Vc já teve sua chance, agora é a vez de outro.
CACETA ENORME DISSE:
- Ôi, gostosa, me convida pro reservado que eu te mostro uma coisa.
ANJO DEVASSO DISSE:
- Depende do argumento.
NEGÃO TARADO DISSE:
- Se o probrema é argumento, tenho um de 25 cm.
ANJO DEVASSO DISSE:
- Hummmm, Gostei desse argumento! Vamos!
A deliciosa vida dupla de Filomena começou quando sua avó deu-lhe uma receita de cocada chamada doce melado. Dias depois ela esqueceu as medidas dos ingredientes e resolveu procurar no Google, cometendo um acidente que tornou o dia-a-dia bem mais saboroso - Filomena teclou p, de pecado, ao invés de m, de melado, e assim conheceu o site Doce pecado.
No primeiro momento ficou chocada com a ousadía daquelas mulheres exibindo-se em cabinas eletrônicas conhecidas como chat. No entanto, imaginar-se uma diva assediada por tantos homens ao mesmo tempo que nem elas a excitava desde a pontinha do dedão do pé até o último fio de cabelo. Não tardou em cadastrar-se no site e virar "Anjo devasso", uma mulher cujo atrevimento a propria Filomena desconhecia. Usando lingeries transparentes e calcinhas que cabiam numa caixa de fosforos, deixava sem folego os marmanjos que atraía para o reservado. Quanto mais almentava a legião de fans, mais crescia o fascinio de Filomena, mais girava o carrossel do circulo vicioso.
POÉTA ERÓTICO DISSE:
- Quero me perder-me na sua gruta!
ANJO DEVASSO DISSE:
- Ai, que lindo! Vc é poéta mesmo?
POÉTA ERÓTICO DISSE:
- Sou tudo que vc quiser.
ANJO DEVASSO DISSE:
- Então faz um poema prá mim!
POÉTA ERÓTICO DISSE:
- Vc é minha cadela e eu sou seu macho, quero-te toda enfiada no meu mastro. Gostou ?
ANJO DEVASSO DISSE:
- Amei! Vem que sou toda sua!
O mundo virtual de Filomena é desligado religiosamente às 17 hs, quando o maridão chega do trabalho. Lá fora a vida segue o rumo corriqueiro da periferia - carros estacionados nas calçadas, feirantes gritando os preços das mercadorias, os mesmos rostos indo e vindo dos mesmos lugares e desocupados comentando a vida alheia.
- Qualé mermo ? - já reparou que Filomena agora só vive enfiada dentro de casa ? Não sai prá nada!
- Também pudera, uma baranga daquela, com aqueles peitão, vai ver tá com vergonha de sair na rua. Há, há, há, há !
Filomena tem trinta e três anos, casada a sete, mãe a quatro. Criatura risonha, não muito bonita, mas de um certo charme.
Ela pega cedo no batente - às cinco da manhã faz o café do maridão e depois de acompanha-lo à porta, despede-se e volta para cama; dorme mais duas horas e levanta de novo, dando prosseguimento aos demais afazeres domesticos. Às nove, tudo nos trinques, deixa a filhinha na sala brincando com a televisão ligada, tranca-se no quarto só de calcinha e sutiã, caminha em direção à webcam do computador e inicía uma atividade secreta paralela à rotina diária.
"ANJO DEVASSO ESTÁ ON LINE."
PICA LOUCA DISSE:
- Ôi, meu anjinho, por que não apareceu ontem?
ANJO DEVASSO DISSE:
- Ontem foi domingo, maridão tava em casa.
PICA LOUCA DISSE:
- Tô de pau duro. Mostra aí os peitão!
ANJO DEVASSO DISSE:
- Vc já teve sua chance, agora é a vez de outro.
CACETA ENORME DISSE:
- Ôi, gostosa, me convida pro reservado que eu te mostro uma coisa.
ANJO DEVASSO DISSE:
- Depende do argumento.
NEGÃO TARADO DISSE:
- Se o probrema é argumento, tenho um de 25 cm.
ANJO DEVASSO DISSE:
- Hummmm, Gostei desse argumento! Vamos!
A deliciosa vida dupla de Filomena começou quando sua avó deu-lhe uma receita de cocada chamada doce melado. Dias depois ela esqueceu as medidas dos ingredientes e resolveu procurar no Google, cometendo um acidente que tornou o dia-a-dia bem mais saboroso - Filomena teclou p, de pecado, ao invés de m, de melado, e assim conheceu o site Doce pecado.
No primeiro momento ficou chocada com a ousadía daquelas mulheres exibindo-se em cabinas eletrônicas conhecidas como chat. No entanto, imaginar-se uma diva assediada por tantos homens ao mesmo tempo que nem elas a excitava desde a pontinha do dedão do pé até o último fio de cabelo. Não tardou em cadastrar-se no site e virar "Anjo devasso", uma mulher cujo atrevimento a propria Filomena desconhecia. Usando lingeries transparentes e calcinhas que cabiam numa caixa de fosforos, deixava sem folego os marmanjos que atraía para o reservado. Quanto mais almentava a legião de fans, mais crescia o fascinio de Filomena, mais girava o carrossel do circulo vicioso.
POÉTA ERÓTICO DISSE:
- Quero me perder-me na sua gruta!
ANJO DEVASSO DISSE:
- Ai, que lindo! Vc é poéta mesmo?
POÉTA ERÓTICO DISSE:
- Sou tudo que vc quiser.
ANJO DEVASSO DISSE:
- Então faz um poema prá mim!
POÉTA ERÓTICO DISSE:
- Vc é minha cadela e eu sou seu macho, quero-te toda enfiada no meu mastro. Gostou ?
ANJO DEVASSO DISSE:
- Amei! Vem que sou toda sua!
O mundo virtual de Filomena é desligado religiosamente às 17 hs, quando o maridão chega do trabalho. Lá fora a vida segue o rumo corriqueiro da periferia - carros estacionados nas calçadas, feirantes gritando os preços das mercadorias, os mesmos rostos indo e vindo dos mesmos lugares e desocupados comentando a vida alheia.
- Qualé mermo ? - já reparou que Filomena agora só vive enfiada dentro de casa ? Não sai prá nada!
- Também pudera, uma baranga daquela, com aqueles peitão, vai ver tá com vergonha de sair na rua. Há, há, há, há !
Sexta-feira, 24 de Abril de 2009
Terça-feira, 14 de Abril de 2009
AS RASPADINHAS QUE ME DESCULPEM...
Não somente os pedófilos, mas particularmente a Gillette do Brasil limitada e similares
devem estar rindo de orelha à orelha por conta da moda "mulher-raspadinha." Tanta felicidade assim faz lembrar os igualmente risonhos fabricantes de machados e serras eletricas diante do desmatamento da floresta amazônica. Prá todo efeito, não podemos comparar simetricamente a destruição ambiental com a devastação da floresta vaginal. Tudo bem, mas existem considerações analíticas aproximadas. Por exemplo, as árvores ajudam a nos proteger dos danos causados pela exposição ao sol, os pêlos pubianos também são uma forma natural de proteção contra impurezas externas. Quando falamos em preservação ambiental, costumamos valorizar mais o que é escasso do que o que é abundante. Ao falarmos em mulher apenas valorizando as raspadinhas, o resultado é identico: Valorizamos a escassez em detrimento da fartura.
Além destas questões ecológicas, tem o aspecto lúdico, ou seja, uma "perereca" com sua Mata Atlantica preservada permite variações estéticas interessantes. As opções vão desde o popular estilo moicano até frases carinhosas e outros motivos visuais, tipo bandeira do Brasil, para as mais patrióticas, escudos de clubes de futebol, desenhos tribais, eróticos ou comemorativos.
Pense aí, minha amiga: No aniversario do maridão você compra o melhor vinho que sua grana pode pagar, prepara aquele jantar à luz-de-velas com fundinho musical a gosto , e quando ele achar que já viu tudo..., Tcham,tcham,tcham,tcham! - Você tira a calcinha e mostra os pentelhos em forma de coração. Melhor que isso só fazendo o escudo do clube que ele torce. Neste caso, posso até imaginar o grito vitorioso do cara: É gooooool!
Tá vendo como é bom preservar cada fiapinho dessa riqueza natural? Ah, sei, você não é tão juvenil quanto antes e manter a perereca com cara de bebê acalma o ânimo pedófilo do maridão? Pode ser, pode ser. Todavia, ha outro ponto à considerar: Vastos pentelhos ocultam a feiura de algumas bucetas menos agraciadas pela Mãe-Natureza, o desmatamento, ao contrario, revela. Racionalize isso antes de tornar-se uma mera mulher-raspadinha sobrando na multidão. No mais, repita comigo - au, au, au, preserve a Mata Atlantica vaginal!
Não somente os pedófilos, mas particularmente a Gillette do Brasil limitada e similares
devem estar rindo de orelha à orelha por conta da moda "mulher-raspadinha." Tanta felicidade assim faz lembrar os igualmente risonhos fabricantes de machados e serras eletricas diante do desmatamento da floresta amazônica. Prá todo efeito, não podemos comparar simetricamente a destruição ambiental com a devastação da floresta vaginal. Tudo bem, mas existem considerações analíticas aproximadas. Por exemplo, as árvores ajudam a nos proteger dos danos causados pela exposição ao sol, os pêlos pubianos também são uma forma natural de proteção contra impurezas externas. Quando falamos em preservação ambiental, costumamos valorizar mais o que é escasso do que o que é abundante. Ao falarmos em mulher apenas valorizando as raspadinhas, o resultado é identico: Valorizamos a escassez em detrimento da fartura.
Além destas questões ecológicas, tem o aspecto lúdico, ou seja, uma "perereca" com sua Mata Atlantica preservada permite variações estéticas interessantes. As opções vão desde o popular estilo moicano até frases carinhosas e outros motivos visuais, tipo bandeira do Brasil, para as mais patrióticas, escudos de clubes de futebol, desenhos tribais, eróticos ou comemorativos.
Pense aí, minha amiga: No aniversario do maridão você compra o melhor vinho que sua grana pode pagar, prepara aquele jantar à luz-de-velas com fundinho musical a gosto , e quando ele achar que já viu tudo..., Tcham,tcham,tcham,tcham! - Você tira a calcinha e mostra os pentelhos em forma de coração. Melhor que isso só fazendo o escudo do clube que ele torce. Neste caso, posso até imaginar o grito vitorioso do cara: É gooooool!
Tá vendo como é bom preservar cada fiapinho dessa riqueza natural? Ah, sei, você não é tão juvenil quanto antes e manter a perereca com cara de bebê acalma o ânimo pedófilo do maridão? Pode ser, pode ser. Todavia, ha outro ponto à considerar: Vastos pentelhos ocultam a feiura de algumas bucetas menos agraciadas pela Mãe-Natureza, o desmatamento, ao contrario, revela. Racionalize isso antes de tornar-se uma mera mulher-raspadinha sobrando na multidão. No mais, repita comigo - au, au, au, preserve a Mata Atlantica vaginal!
Terça-feira, 7 de Abril de 2009
Segunda-feira, 23 de Março de 2009
A BOAZUDA DO PLANALTO
O deputado Vivaldino da Silva, setenta anos, desde muito cedo revelou-se habilidoso na arte de fazer política. Adjetivos como ave de rapina, velha-raposa e outras alcunhas menos publicaveis davam conta desta fama.
Dono de uma "sabidoria" instintiva, trocava de partido ao sabor do vento e das oportunidades com uma naturalidade simplória.
Vivaldino igualava-se aos demais colegas em todas às atividades comuns ao dia-a-dia parlamentar - desvio de verbas públicas, aprovação de obras superfaturadas, sabotagem política, a mentira e o ócio. Só uma coisa todos tinham feito e ele não - comer Valsirlene Cristina, a auxiliar de gabinete mais boazuda do Planalto Central. Tamanha falta tornou-se questão de honra, afinal, uma carreira pública tão brilhante não podia ser manchada daquela forma, pensava o homenzinho cabeçudo de um metro e sessenta de altura e olhar de raposa sonça; por isso comprou bastante viagra e partiu para o ataque.
- Dona Valsirlene Cristina, Acompanhe-me até ao meu gabinete.
Não era preciso muito rodeio para convencer Valsirlene a tirar a roupa, pois ela lucrava mais dizendo sim que dizendo não. No caso de Vivaldino, porém, qualquer mulher pensaria duas vezes se o beneficio compensava enorme sacrificio, mesmo Valsirlene Cristina.
- Sabe o que é, deputado ? - hoje eu tô com uma dor de cabeça...?
- Que nada, dona Valsirlene, é coisa rápida; hen,hen!
- Hoje não, deputado, assim eu não consigo!
- Mas, minha filha, você não pode me deixar nesta condição; hen, hen!
Imaginar Vivaldino com a calça arriada implorando por seus favores sexuais não provocava em valsirlene tanta vontade de gargalhar quanto aquela risadinha fanhosa no final das frases - "hen,hen."
A situação ficou tão vexatoria que ele acabou deixando-a ir embora.
Na manhã seguinte, a velha-raposa chegou cedo no congresso e vendo os colegas cumprimenta-lo imitando sua risadinha fanhosa - "hen,hen" - percebeu envergonhado que além da bunda espetacular, pernas bem torneadas, boca sensual e sorriso cativante, Vasirlene Cristina também tinha uma lingua muito comprida. Hen, hen!
-
O deputado Vivaldino da Silva, setenta anos, desde muito cedo revelou-se habilidoso na arte de fazer política. Adjetivos como ave de rapina, velha-raposa e outras alcunhas menos publicaveis davam conta desta fama.
Dono de uma "sabidoria" instintiva, trocava de partido ao sabor do vento e das oportunidades com uma naturalidade simplória.
Vivaldino igualava-se aos demais colegas em todas às atividades comuns ao dia-a-dia parlamentar - desvio de verbas públicas, aprovação de obras superfaturadas, sabotagem política, a mentira e o ócio. Só uma coisa todos tinham feito e ele não - comer Valsirlene Cristina, a auxiliar de gabinete mais boazuda do Planalto Central. Tamanha falta tornou-se questão de honra, afinal, uma carreira pública tão brilhante não podia ser manchada daquela forma, pensava o homenzinho cabeçudo de um metro e sessenta de altura e olhar de raposa sonça; por isso comprou bastante viagra e partiu para o ataque.
- Dona Valsirlene Cristina, Acompanhe-me até ao meu gabinete.
Não era preciso muito rodeio para convencer Valsirlene a tirar a roupa, pois ela lucrava mais dizendo sim que dizendo não. No caso de Vivaldino, porém, qualquer mulher pensaria duas vezes se o beneficio compensava enorme sacrificio, mesmo Valsirlene Cristina.
- Sabe o que é, deputado ? - hoje eu tô com uma dor de cabeça...?
- Que nada, dona Valsirlene, é coisa rápida; hen,hen!
- Hoje não, deputado, assim eu não consigo!
- Mas, minha filha, você não pode me deixar nesta condição; hen, hen!
Imaginar Vivaldino com a calça arriada implorando por seus favores sexuais não provocava em valsirlene tanta vontade de gargalhar quanto aquela risadinha fanhosa no final das frases - "hen,hen."
A situação ficou tão vexatoria que ele acabou deixando-a ir embora.
Na manhã seguinte, a velha-raposa chegou cedo no congresso e vendo os colegas cumprimenta-lo imitando sua risadinha fanhosa - "hen,hen" - percebeu envergonhado que além da bunda espetacular, pernas bem torneadas, boca sensual e sorriso cativante, Vasirlene Cristina também tinha uma lingua muito comprida. Hen, hen!
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