segunda-feira, 15 de abril de 2013

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

POLITICAGEM DA FÉ

Agora é moda cristão fazer carreira política. É um tal de vote no missionário Malaquias, um homem de fé. Para vereador, pastor João. A fé não falha. Bispo Mateus, um servo de Deus. A cúpula orienta votar em candidatos comprometidos com os valores Evangelicos, que nesse caso significam massificação de idéias proselitistas ou dogmas específicos, que servem apenas para pessoas com crenças específicas, ainda que existam por trás disso outras conveniências.
Num país laico onde há tanta diversidade religiosa esse procedimento é imoral; Se bem que os excessos não ocorrem só em épocas de eleições, basta ligar a tv e veremos programas evangelicos pipocando livremente em certas emissoras, prometendo, sem nenhum acanhamento, desde iluminação espiritual por meio de uma lanterninha ungida até os mais fabulosos milagres.
Sei que as autoridades pouco podem fazer diante de tamanho poder político - econômico obtido ao longo das décadas explorando a fé, mas isso não justifica a omissão dos intelectuais.
Urge discutirmos mais sobre essa cultura universal chamada Deus. Até onde faz bem ou mau à humanidade?
A crença num deus tão violento quanto o Deus da bíblia reforça a banalização da violencia? Como as religiões devem ou se podem intrometerem - se na vida política de uma sociedade? O que está sendo feito com o dinheiro do dismo e para aonde ele vai ? É correto sermos obrigados a ouvir pregações em locais públicos, como transportes coletivos, por exemplo ? Existe alguma lei que proíba isso ?
A quem esse assunto possa interessar, faça comentário aqui no blog ou escreva para meu e-mail; jorginhodahora3@gmil.com

 Fiquem espertos na hora de votar e um abraço !!!

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

HAIKAI ENGRAÇADINHO

Faminto de amor
correu ao jardim
comeu uma flor

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

quarta-feira, 11 de abril de 2012

SEXO TAMBÉM É CULTURA
( Seja lá o que isso signifique )

Lendo O livreiro de Cabul, de Asne Seierstad descobri o poeta Rumi. Em sua obra - prima,Masnavi, escrita a oitocentos anos, o autor usa a sexualidade para mostrar que não é sensato seguir segamente o que os outros fazem e achei interessante sua maneira erótica e ao mesmo tempo engraçada de passar essa mensagem, apropriadissima para o nosso tempo, onde a maioria das pessoas senten-se mais seguras comportando-se como clones umas das outras. Veja uma dessas estorias.

Uma viúva tinha um jumento de que gostava muito. O animal sempre a levava aonde queria ir e sempre lhe obedecia. O jumento era bem alimentado. Mas um dia o animal começou a adoecer e se cansava mais cedo do que antes. Perdeu o apetite. A viúva se perguntava o que havia de errado e uma noite foi ver se ele estava dormindo. No estábulo encontrou a empregada deitada no feno, o jumento por cima dela. Isto se repetiu todas as noites, e a viúva ficou curiosa e pensou que ela também queria experimentar. Ela mandou a empregada embora por uns dias e se deitou no feno com o jumento por cima. Quando a empregada voltou, encontrou a viúva morta. Ela viu consternada que a viúva não tinha feito como ela fazia - colocando um pedaço de abóbora no membro do jumento para encurtá -lo antes de se entregar. A ponta era mais que suficiente.

Rumi

quarta-feira, 28 de março de 2012